segunda-feira, 16 de maio de 2011

Prelude of the epilogue



Coisas indecifráveis, pensamentos confusos, palavras medidas.

Não sei o que fazer, como agir, sinto-me como um raio de um miúdo de 14 anos.Acreditava com todas as forças que nunca me sentiria assim de novo, e quando menos esperava, e da pior maneira possível aconteceu.

Será que aconteceu mesmo? Tenho medo de novo, tenho receio sequer em deixar a minha cabeça admitir algo em concreto.

Tudo o que consigo neste momento é seguir instintos, e até agora nada corre bem.

Não há música, não há letra, há simplesmente confusão total.

Peço auxílio, mas ninguém está lá para ajudar.

Eu tenho a certeza, se a expectativa de vida for curta, eu deixo tudo isto, não me incomodo com rigorosamente nada, afinal, se não posso viver feliz, prefiro ir-me em paz, sem pesos na consciência, e esqueço esta merda toda.

É verdadeiramente fudido esperar por o caralho de uma data na nossa vida que sabemos que irá ditar tudo. Seja de que maneira for, não consigo parar de me importar com isto, consome-me demais por dentro para deixar passar ao lado.


27-06-2011

1 comentário:

  1. "Seja de que maneira for, não consigo parar de me importar com isto, consome-me demais por dentro para deixar passar ao lado." holy fuck, frase perfeita.

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